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VAMOS PRATICAR O AUTO PERDÃO?

10 abr , 2019  

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Senta aqui, vamos conversar um pouco!
Há muito tempo fui em uma palestra onde me foi pedido para fazer o seguinte exercício: escrever cinco defeitos e cinco qualidades minhas.
Fui logo escrevendo os defeitos na velocidade da luz, já as qualidades….
Lembro-me como se fosse hoje, eu com aquela folha em branco em uma das mãos, uma caneta na outra e as minhas cinco qualidades não vinham em mente!
Foi então que eu tive a ideia de escrever ali as qualidades que as pessoas costumavam tecer a meu respeito.
E ainda me achei muito “sabichona” por terminar o exercício muito antes da maioria das pessoas que ali estavam.
Porém, chegando em casa a “ficha caiu”
Quem eu estava querendo enganar?

Eu não via uma única qualidade em mim que fosse digna de escrever naquele maldito papel.
Dane-se o que o mundo pensava sobre mim, de que adianta o mundo me olhar com bons olhos se eu mesma me enxergava de forma cruel.
Naquele fatídico dia eu tirei a venda dos meus olhos e dando um passinho de cada vez em direção ao auto conhecimento eu comecei a me enxergar com menos julgamento e mais amor, com mais afetuosidade e menos crueldade.
A nossa consciência ao mesmo tempo que nos absolve também pode nos condenar como o pior dos juízes.
Para que isso não aconteça é preciso praticar o auto perdão, se olhar com mais tolerância, benevolência e compaixão, a ponto de reconhecer-se alguém digno de perdão?
Seus defeitos não podem anular suas qualidades.
Devemos aceitar que a perfeição é inatingível.
E para terminar a reflexão deixo aqui uma frase que gosto muito.
“Se sua compaixão não inclui a si mesmo, ela é incompleta”.
Seja bom para os outros, mas seja ainda melhor para você mesma!
Autora: Erika Fonseca


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