Dicas de Mãe

COMO LIDAR COM A FASE DO “NÃO QUERO COMER!”

8 ago , 2016  

Nutrição3

Por aqui Laura está na fase “Não quero comer!

Fui buscar do “Pai Google” dicas para lidar com essa situação que nos faz “enlouquecer” e achei essa matéria bem interessante e quis compartilhar com vocês!

E ai, mais alguém passando por essa fase?

A hora das refeições pode ser muito estressante quando os planos de uma criança pequena colidem com os de seus pais. Não permita que os hábitos alimentares de seu filho se transformem numa disputa de poder. Lembre-se de que crianças saudáveis comem quando estão com fome e param de comer quando estão satisfeitas. Se você estiver preocupado com a qualidade ou a quantidade dos alimentos consumidos pelo seu filho, mantenha um diário durante algumas semanas (anotando quando, onde e o que ele comeu). Essas informações vão ajudar a avaliar a situação.

Dicas úteis
Não tente forçar a criança a comer uma enorme refeição quando ela não está com fome, principalmente se acabou de ingerir alguma coisa.

É normal que crianças sejam menos cooperativas quando estão com fome ou cansadas. Leve em consideração a possibilidade de seu filho estar mal-humorado quando não quiser comer o que lhe foi servido.

Tenha em mente as recomendações para uma boa nutrição das crianças pequenas. Seu pediatra pode lhe fornecer o cardápio mais adequado e indicar livros que tratem do tema.

Autoconversação
“Se ela não comer, vai ficar doente.”

Não exagere: a recusa ocasional da criança não vai deixá-la doente. Se preocupe, realmente, se a criança parar de comer ou mudar os hábitos alimentares de maneira drástica. Nesse caso, consulte o pediatra.

“Meu filho não vai morrer de fome se pular uma refeição de vez em quando ou se não comer sempre as verduras.”

Recusar comida ocasionalmente não vai afetar a saúde geral da criança. Quando você relaxar em relação aos hábitos alimentares do seu filho, poderá pensar numa maneira criativa de motivá-lo a comer – até mesmo os “rejeitados” jiló, quiabo & cia, se preciso for.

“Sinto uma enorme rejeição quando o meu filho não come o que eu preparo.”

Desarme de uma vez por todas essa antiga bomba que ameaça os pais. Levar para o lado pessoal o comportamento dos filhos não ajuda a resolver os problemas.

“O fato de meu filho recusar-se a comer não tem nada a ver comigo.”

Seu filho está rejeitando o alimento, e não você. Separar as duas coisas é essencial para ajudar a criança a estabelecer uma atitude saudável em relação à comida.

Conversando com seu filho
Não faça exigências. Não diga: “Você vai ficar sentado aqui até comer tudo o que está no seu prato.”

Forçar a criança a comer depois de ela estar satisfeita pode levar a problemas de excesso de peso no futuro. Como em outros aspectos do comportamento infantil, tentar controlar os hábitos alimentares dos pequenos é uma atitude inútil e contraproducente.

Ofereça escolhas. Diga: “Estou vendo que você já comeu o suficiente. Você pode sair da mesa para brincar ou pode ficar sentado aqui e conversar enquanto terminamos.”

Quando seu filho começar a brincar com a comida, provavelmente já ingeriu o bastante. Retirar o prato dele ou permitir que ele saia da mesa vai evitar uma situação com chance de acabar em briga. Para mantê-lo à mesa, você pode inventar uma brincadeira, como “Dia legal”: a criança conta uma história sobre algo engraçado ou divertido que tenha acontecido naquele dia com ela e também vai se divertir ouvindo outros relatos.

Não use a culpa. Não diga: “Você sabe que a mamãe trabalhou muito para fazer essa comida. Por favor, coma o que mamãe preparou para você.”

Associar o alimento ao amor é um caminho que leva a desordens alimentares. Não estimule seu filho a pensar: “Se eu não comer a comida da mamãe, ela vai achar que não a amo.”

Incentive a comunicação. Diga: “Quando você tiver acabado de comer, diga ‘acabei’. Então eu vou ajudá-lo a sair da mesa.”

Estimular a criança a dizer quando está satisfeita permite que ela exerça o controle sobre o seu mundo.

Não intimide. Não diga: “É uma pena que você não esteja gostando da comida. Você pode comer ou sair da mesa. Se sair, não quero ouvir reclamações de que está com fome, pois não vou lhe dar mais nada para comer.”

A sua falta de empatia demonstra que você não se importa com os sentimentos da criança, o que só vai aumentar a raiva e a postura de desafio por parte dela.

Use a empatia. Diga: “Sinto muito que você não queira comer o que temos hoje. De vez em quando o nosso gosto muda, portanto peço que você prove um pouco disso para ver se agora já gosta.”

Demonstrar empatia com a criança vai encorajá-la a experimentar algum tipo de alimento que já tenha rejeitado antes. Essa atitude também vai ajudá-la a experimentar novidades que poderiam ser rejeitadas à primeira vista.’

Fonte: Revista Crescer

 


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